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A manifestação das emoções no nosso corpo
Publicado em: 10/10/2019
Você já parou pra pensar que muitas das frases que dizemos quando sentimos algo são literais? Isto é, quando falamos que estamos de "cabeça quente", ou que, após o término de um relacionamento, o nosso coração está "dolorido, partido", estamos de fato identificando regiões e sensações.

O coração, por exemplo, é simplesmente o nosso órgão mais poderoso. É o primeiro a ser formado no útero – ocupando um posto de inteligência emocional mais alto que o nosso cérebro! Mais da metade do coração é na verdade um composto de neurônios da mesma natureza dos que formam o sistema cerebral.

É claro que tanto o nosso cérebro quanto qualquer outra parte de nosso corpo estão intrinsecamente ligados, mas, curiosamente, é no SENTIR que estão as primeiras informações, que nos permitem classificar e descrever nossas emoções.

De acordo com Joseph Chilton Pearce, em "A Biologia da Transcendência", as respostas negativas e positivas que enviamos ao nosso cérebro acontecem primeiramente no coração e depois tomam caminho para as demais partes do nosso corpo: uma reação nervosa, diante de uma apresentação em público, por exemplo, passará pelo coração, acelerado, e tomará lugar com pontadas no estômago ou o famoso "frio na barriga".

Uma pesquisa de 2014, intitulada "Mapas Corporais das Emoções", já buscava estudar onde cada emoção acontece no nosso corpo. Para cada emoção sentida, alguma região do corpo era ativada.
Quando uma emoção como o medo invade o espírito da pessoa, isto se manifestará bioquimicamente no corpo.
Isso também é verdade na Medicina Tradicional Chinesa, onde atribui-se às emoções todas as doenças, excluindo-se as que são causadas por fatores externos (como agentes infecciosos), má alimentação, trauma ou cansaço. Essas emoções são danosas à saúde principalmente quando ocorrem em intensidade ou tempo excessivo.

Para os estudiosos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), as emoções que mais causam problemas são: a raiva, a tristeza, a culpa, a depressão e a ansiedade.

Assim, quando uma emoção como o medo invade o espírito da pessoa, isto se manifestará bioquimicamente no corpo. Quando a situação que provocava o medo passa, a mente e espírito descansam.

O corpo acalma-se e as funções físicas regressam a um estado mais normal. Isto é o mecanismo homeostático (de equilíbrio orgânico), a maneira como a natureza opera.

Para muitas pessoas, contudo, as situações que provocam medo foram tão intensas ou tão frequentes que nunca conseguiram regressar ao seu estado físico normal. Os efeitos sobre o corpo passam a ser crônicos. E é aí que, com o tempo, surge a doença.

Daí a importância de prestar atenção aos sinais que o nosso corpo nos envia… o corpo "fala" o tempo todo… a questão é: você tem ouvido? ;)

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